Scientists Discover a 700-Kilogram Fossil Rock in Brazil That Confirms an Ancient Ocean Once Covered Its Interior
Inside a massive rock lay a fossil hiding ancient secrets from a vanished world
Um bloco de pedra encontrado no interior de Tianguá, dentro do Parque Nacional de Ubajara, está oferecendo uma janela para um cenário marinho que existiu há cerca de 430 milhões de anos, muito antes da era dos dinossauros. A descoberta, apresentada pelo Laboratório de Paleontologia da Universidade Estadual do Vale do Acaraú (Labopaleo/UVA), traz nova luz sobre a história geológica do Ceará.
A amostra, estimada em torno de 700 kg, foi analisada pelos pesquisadores do Labopaleo/UVA, que identificaram marcas fossilizadas datadas em 430 milhões de anos — um período que corresponde ao Ordoviciano, quando vastas áreas do planeta eram cobertas por mares rasos.
Marcas de atividade marinha preservadas por eras
As impressões são classificadas como icnofósseis, registros de comportamento de organismos antigos ao invés de seus esqueletos. Em vez de ossos ou conchas, as marcas revelam o trajeto de invertebrados que percorreram o fundo oceânico, deixando vestígios de sua presença.
A divulgação das imagens pela equipe de laboratório rapidamente despertou interesse tanto da comunidade científica quanto dos moradores da região de Ibiapaba, que começaram a perceber a importância do achado para a compreensão do passado local.
Evidência de um antigo oceano sobre a Serra de Ibiapaba
Segundo os cientistas envolvidos, as marcas são “uma prova de que invertebrados habitavam a área, reforçando a hipótese de que a atual Serra de Ibiapaba esteve submersa em águas oceânicas”.
“The presence of these invertebrates supports the theory that the present-day Serra de Ibiapaba was once covered by ocean waters. This discovery helps reconstruct the environmental history of the region long before the formation of its current mountainous landscape.”
O registro de atividade animal foi encontrado em um leito que os pesquisadores descrevem como parte de um antigo oceano, oferecendo um panorama da paisagem que precedeu a formação das montanhas atuais.

Exposição permanente no parque
A pedra agora integra o acervo do Museu Dom José, instituição responsável pela preservação do patrimônio histórico regional, mas permanece emprestada ao Parque Nacional de Ubajara para visitação pública e estudo continuado. Essa disposição permite que turistas e especialistas observem o fóssil no local exato onde foi extraído.


A divulgação das primeiras imagens, feita em 8 de maio de 2026, encerrou a fase inicial de análise laboratorial e destacou a colaboração entre universidades, órgãos ambientais e comunidades locais na preservação desse marco geológico.
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- Posted by Hassan Raza